QUE TESTEMUNHO!! VALE A PENA VER COMO A TRAGÉDIA PODE SE TRANSFORMAR EM TESTEMUNHO DA GRAÇA DE DEUS!!

“Por maior que seja o mais profundo poço em que sua vida se encontre, maior é a Graça de Deus para te alcançar” (Corrie Ten Boom)

Esta foto foi tirada em 8 de junho de 1972, e mostra um pequeno grupo de crianças fugindo das explosões na vila de Trang Bang, no Vietnã. A imagem tornou-se símbolo da guerra.

Kim Phuc aparece nua, no centro, entre o irmão mais novo, Phan Thanh Phouc, que perdeu um olho, e dois primos, que aparecem de mãos dadas, Ho Van Bon e Ho Thi Ting (Site UOL).

Kim Phuc teve um encontro, numa solenidade para ex-combatentes do Vietinã, com o aviador que atirou a bomba química que queimou seu corpo inteiro. Ela o perdoou publicamente e ambos se abraçaram.

Ele era um cristão Batista. Hoje,Kim Phuc, é Embaixadora da ONU e pregadora do Evangelho pelo mundo.

“Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça;” (Romanos 5:20)

Glória ao nome santo do Senhor, que pode transformar qualquer tragédia num profundo testemunho da Sua graça e misericórdia.

Shalom!

ANA É UMA INSPIRAÇÃO!

É tão fácil fazer votos diante de Deus quando estamos no fervor das emoções!
É tão fácil prometermos coisas que vão além da nossa vontade de “pagá-las”.

Hoje estive a meditar na vida de Ana, mulher de Elcana, mãe de Samuel.

Ana era estéril e seu grande sonho era ser mãe. Ana chorava e clamava ao seu marido e ao Senhor pedindo um filho. Sua alma vivia em amargura porque o seu sonho não se realizava.

“Ana, pois, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente” (I Sm 1:10)

No ardor do seu sofrimento, Ana faz um voto ao Senhor. Diz o texto: “E votou um voto, dizendo: Senhor dos exércitos, se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, mas à tua serva deres um filho, homem, AO SENHOR O DAREI por todos os dias da sua vida…” (I Sm 1:11)

Realmente, Deus ouviu o clamor do coração de Ana e lhe abençoou com um filho, o qual foi chamado de Samuel, que quer dizer “O Senhor ouve”.

Fico a imaginar o coração de Ana, como estava alegre com a realização desse sonho! Ela agora sentia-se uma mulher completa e abençoada com a chegada de Samuel. 

Mas será que agora que ela havia recebido a bênção que tanto desejava, se esquecera de entregar Samuel, seu filho amado, no templo, para servir ao Senhor por todos os dias da sua vida? NÃO! Quando Samuel foi desmamado, Ana PAGA O QUE HAVIA VOTADO:

“Porém Ana disse a seu marido: Quando o menino for desmamado, então o levarei, para que apareça perante o Senhor, e lá fique para sempre” (I Sm 1:22).

“E, havendo-o desmamado, tomou-o consigo, com três bezerros, e um efa de farinha, e um odre de vinho, e levou-o à casa do Senhor, em Siló, e era o menino ainda muito criança.
E disse ela (ao sacerdote Eli): Ah, meu senhor, viva a tua alma, meu senhor; eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo, para orar ao Senhor.
Por este menino orava eu; e o Senhor atendeu à minha petição, que eu lhe tinha feito. Por isso também ao Senhor eu o entreguei, por todos os dias que viver, pois ao Senhor foi pedido. E adorou ali ao Senhor” (1 Sm 1:24-28).

Ana é um grande exemplo de alguém que não ficou presa à bênção! Ana recebeu a bênção do Senhor e decidiu devolvê-la a Ele. A bênção da entrega será sempre maior do que a bênção recebida.

Samuel tornou-se no primeiro dos profetas e no último dos juízes. Foi um grande homem de Deus, ungindo reis, dando destino à nação de Israel e abençoando a sua geração. Se sua mãe não tivesse pago o seu voto, o que poderia ter sido dele?

“Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o. Melhor é que não votes do que votares e não cumprires” (Ec 5:4-5)

Shalom!

OBRIGADA, PASTOR!

Hoje, dia 24 de Maio, é o DIA DO PASTOR METODISTA, pois foi a 24 de Maio de  1738 John Wesley, o fundador do Metodismo, teve a sua primeira e grande experiência com o Espírito Santo, quando o seu coração foi “estranhamente aquecido”.

Sou pastora desde os meus 21 anos, quando comecei a cuidar de pessoas, levando-as a Cristo e ministrando o amor de Deus a elas.

Confesso que aos 26 anos, quando fui enviada juntamente com meu marido, para sermos plantadores de igrejas em Portugal, e fui designada pastora,  meu coração estremeceu, pois senti o peso da responsabilidade do ministério! Pensei que não me “sairia bem” ao cuidar de pessoas, curar suas feridas e mostrar o destino profético delas. 

Eu não sou uma pastora perfeita e nunca serei. Já acertei muito, mas também errei muito. Já vivi grandes alegrias e grandes frustrações. Já vi pessoas indo embora, morrendo, já vi pessoas se desviando, mas também vi muitas pessoas chegando, crendo, recebendo, crescendo!

Eu não quero outra vida! É muito bom ser pastora! É muito bom ser amigo de Deus e dar destino à vida das pessoas! É muito bom ser agente de Deus indo à frente das Suas ovelhas e discípulos. Que responsabilidade!

Sou uma pastora com temor e tremor diante de Deus, por isso sempre oro a Deus pedindo que me ajude a ser fiel até o fim dos meus dias. Tenho um chamado e quero ir até ao fim!

Não pastoreio por pressão ou obrigação. Não pastoreio gemendo, quase morrendo, não! Sou uma pastora feliz, muito feliz! As frustrações não me tiram a alegria de poder servir a Deus e ao Seu povo!

“Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;
Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.
E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória”
1 Pedro 5:2-4

Louvo a Deus pelos pastores que tive em minha vida. Trago em mim o ADN espiritual de cada um deles. Eu admiro estes dois homens de Deus, que são uma inspiração para mim.

Pr. Célio, na última semana dedicando meu sobrinho-neto ao Senhor

Pastor Célio Medeiros, que hoje já é  idoso, mas tudo o que sei da Bíblia, aprendi com ele.

Louvo a Deus pela firmeza, rigor e temor com que sempre conduziu o rebanho. Ele me batizou, me ensinou a ser uma crente de verdade, me corrigiu muitas vezes, e por isso estou aqui, viva,  para contar esta história.

Eu não fui uma ovelha perfeita, mas meu desejo era ser um “motivo de orgulho” para ele. Hoje, quando vou ao Brasil, percebo a alegria dele ao estar comigo, ao ler meus livros, ao ouvir meus testemunhos e a me ouvir pregar.

Bispo Jamir Carvalho, com quem aprendi a amar as pessoas, cuidando delas com muito respeito. Ele me ensinou a ser como Jesus.

Foi através dele que meu ministério foi “desatado”, e também através dele, o Senhor me enviou para o campo missionário. Obrigada Bispo Jamir!

Não seria o que sou hoje, se estes dois homens não tivessem aceitado o chamado! 

“Obrigada Jesus, meu Sumo-Pastor, por insistir em minha vida. Obrigada por confiar Tuas ovelhas, Teu rebanho, Teus discípulos aos meus cuidados. Espero nunca decepcionar-Te…”

“Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja” 
1 Timóteo 3:1

“E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência”
Jeremias 3:15

Shalom!

AUTORIDADE ESPIRITUAL…

Alguns trexos extraídos do Livro “Autoridade Espiritual” de Watchman Nee …

Arão e Miriã eram os irmãos mais velhos de Moisés. Portanto, em casa, Moisés deveria se sujeitar à autoridade deles. Mas na vocação e no trabalho de Deus eles deveriam se sujeitar à autoridade de Moisés. Eles não gostaram da mulher etíope com quem Moisés se casou, por isso murmuraram contra Moisés: “Porventura tem falado o Senhor somente por Moisés? Não não tem falado também por nós?” Os etíopes são descendentes de Cão. Moisés não deveria ter-se casado com esta mulher etíope. Na posição de irmã mais velha, Miriã poderia ter repreendido seu irmão com base em seu relacionamento familiar. Mas quando ela abriu a boca para difamaram tocou na obra de Deus, pondo em dúvida a posição de Moisés. Sempre que o homem se rebela contra a autoridade delegada por Deus, rebela-se contra o próprio Deus que se encontra nessa pessoa; pecar contra autoridade delegada é pecar contra Deus –  Nm 12.

Todo aquele que tenta servir sem primeiro entrar em contato com a autoridade está oferecendo fogo estranho sobre o altar. Qualquer um que diz: “Se ele pode, eu também posso”, está sendo rebelde. Além de Deus ter o cuidado de fornecer o fogo, Ele também tem o cuidado de observar a natureza do fogo. A rebeldia muda a natureza do fogo. Aquilo que não era ordenado por Jeová nem por Arão era fogo estranho. Os homens deveriam aprender a sempre desempenhar um papel de menor importância. 
Nadabe e Abiú trabalharam separados de Arão, por isso trabalharam independentes de Deus. O trabalho de Deus tem de ser coordenado sob autoridade; Deus queria queNadabe e Abiú servissem sob a autoridade de Arão, seu pai – Lv 10.1,2.

Davi reconhecia a unção que estava sobre Saul e sabia que ele era o ungido do Senhor. Por isso que preferia fugir para salvar a vida a estender a mão para matar Saul. É verdade que Saul desobedeceu à ordem divina e foi rejeitado por Deus; isto, entretanto, era coisa entre Saul e Deus. A responsabilidade de Davi diante de Deus era a de sujeitar-se ao ungido do Senhor –  1Sm 24, 26.

E você, tem respeitado, honrado e obedecido às autoridades que foram constituídas por Deus sobre a sua vida?

Shalom!

COMPANHEIRISMO…

Nestes últimos dias tenho meditado muito num homem que viveu sua vida com honestidade e lealdade, mas que infelizmente morreu tragicamente, vítima de um plano maléfico,  do seu rei.

Urias, foi um soldado do exército do Rei Davi e marido de Bate-Seba, a mulher que adulterou com Davi quando seu marido estava na guerra.

David se deita com a mulher do seu soldado, ela fica grávida, mas ele, para tentar dar volta à situação, manda chamar Urias da guerra e lhe diz para ir descansar em casa, para que, deitando-se com a sua esposa, pensasse que o filho que ela gerava, fosse dele.

Mas Urias era um bom companheiro. Ele disse para Davi: “A arca, e Israel, e Judá ficaram em tendas; e Joabe, meu senhor, e os servos de meu senhor estão acampados no campo; e hei de eu entrar na minha casa, para comer e beber, e para me deitar com minha mulher? Pela tua vida, e pela vida da tua alma, não farei tal coisa” (2 Sm 11:11).

Que companheiro era Urias! Não aceitou descansar e aproveitar a vida ao lado da sua linda esposa, enquanto os seus companheiros estavam a enfrentar os perigos à frente das batalhas. 

Qual tem sido o nosso nível de amizade e companheirismo para com aqueles que estão à frente das batalhas da vida? Temos nos refugiado em nossas vidas egoístas e medíocres enquanto muitos dos nossos companheiros e irmãos em Cristo avançam,  enfrentando terríveis guerras? 

Se você é daqueles que se sentam para ver o “bonde” passar, sendo mais um expectador da vida do que um mobilizador, sinto em lhe informar que você não aprendeu ainda a ser um bom companheiro. Sua vida ainda é importante demais para ser “gasta” naquilo que vai durar a eternidade…

Se quisermos ser pessoas relevantes, vivendo um cristianismo de impacto neste mundo, precisamos deixar de ser expectadores para estarmos mais envolvidos na promoção do amor, da justiça, do socorro e da misericórdia. 

Nenhum esforço que fazemos pelo bem comum, cai no esquecimento celestial.

 “Conhecemos o amor nisto: que Ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.
Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade” 
(1 Jo 3:16-18)

Urias morreu sim (pois Davi lhe manda para a frente da batalha sem reforços), mas morreu com a consciência tranquila de que estava a dar o seu melhor em prol do seu povo e em prol dos seus companheiros.

“Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”
(Mt 6:33)

Shalom!

RESOLVI..

Jonathan Edwards, nasceu em East Windsor, Connecticut, EUA, em 5 de outubro de 1703, sendo seu pai um ministro do Evangelho que militou na Igreja Congregacional. Criado em um lar evangélico, isto o estimulou sobremaneira desde o início de sua vida a um grande fervor espiritual, tendo já desde a meninice grande preocupação com a obra de Deus e com a salvação de almas.

Jonathan Edwards disse:

Estando ciente de que sou incapaz de fazer qualquer coisa sem a ajuda de Deus; humildemente Lhe rogo que, através de sua graça, me capacite a cumprir fielmente estas resoluções, enquanto elas estiverem dentro da sua vontade, em nome de Jesus Cristo.
 
RESOLVI que farei tudo aquilo que seja para a maior glória de Deus e para o meu próprio bem, proveito e agrado, durante toda a minha vida.
 
RESOLVI que farei tudo o que sentir ser o meu dever e que traga benefícios para a humanidade em geral, não importando quantas ou quão grandes sejam as dificuldades que venha a enfrentar.
 
RESOLVI jamais desperdiçar um só momento do meu tempo; pelo contrário, sempre buscarei formas de torná-lo o mais proveitoso possível.
 
RESOLVI jamais fazer alguma coisa que eu não faria, se soubesse que estava vivendo a última hora da minha vida. RESOLVI jamais cansar de procurar pessoas que precisem do meu apoio e da minha caridade.
 
RESOLVI jamais fazer alguma coisa por vingança.
 
RESOLVI manter vigilância constante sobre a minha alimentação e aquilo que bebo, para ser sempre comedido.
 
RESOLVI jamais fazer alguma coisa que, se visse outra pessoa fazendo, achasse motivo justo para repreendê-la ou menosprezá-la.
 
RESOLVI estudar as Escrituras tão firme, constante e freqüentemente, que possa perceber com clareza que estou crescendo continuamente no conhecimento da Palavra.

RESOLVI esforçar-me ao máximo para que a cada semana eu cresça na vida espiritual e no exercício da graça, além do nível em que estava na semana anterior.

RESOLVI que me perguntarei ao final de cada dia, semana, mês, ano, como e onde eu poderia ter agido melhor.
 
RESOLVI renovar freqüentemente a dedicação da minha vida a Deus que foi feita no meu batismo e que eu refaço solenemente neste dia.
 
RESOLVI, a partir deste momento e até à minha morte, jamais agir como se a minha vida me pertencesse, mas como sendo total e inteiramente de Deus.
 
RESOLVI que agirei da maneira que, suponho, eu mesmo julgarei ter sido a melhor e a mais prudente, quando estiver na vida futura.
 
RESOLVI jamais relaxar ou desistir, de qualquer maneira, na minha luta contra as minhas próprias fraquezas e corrupções, mesmo quando eu não veja sucesso nas minhas tentativas.
 
RESOLVI sempre refletir e me perguntar, depois da adversidade e das aflições, no que fui aperfeiçoado ou melhorado através das dificuldades; que benefícios me vieram através delas e o que poderia ter acontecido comigo, caso tivesse agido de outra maneira.

Extraído de: http://www.genizahvirtual.com

Shalom!

MINHA CARNE PRECISA MORRER!

A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável (Rm 12.2), mas isso não significa que ela será sempre confortável. 

É mais fácil nos “refugiarmos na nossa zona de conforto”, “denunciando” o nosso “desconforto”, achando que ele é a evidência máxima de que não estamos vivendo no centro da vontade de Deus, simplesmente porque nossa carne se sente ofendida ou em algum atrito…

A carne precisa ser mortificada todos os dias. Se ela está confortável demais é porque algo está não está bem…

“Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado”
(I Co 9:27)

Shalom!